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sábado, 11 de maio de 2013

Quanto maior a ingestão de gordura, maior a sonolência durante o dia, conclui estudo


Já o carboidrato, segundo pesquisa, aumenta nível de alerta do corpo; proteína não faz diferença

Tipo de alimento consumido influencia no nível de sonolência durante o dia, conclui estudoCustódio Coimbra / Agência O Globo
HERSEY, EUA - Um novo estudo sugere que o seu nível de sonolência ou estado de alerta durante o dia pode estar relacionado com o tipo de alimento que você come. Os resultados mostram que o consumo mais elevado de gordura foi associado com o aumento da sonolência diurna, enquanto a maior ingestão de carboidratos foi associada ao aumento da agilidade.
Não houve relação entre o consumo de proteína e sonolência ou estado de alerta. Estes resultados independem de sexo, idade e índice de massa corporal, bem como a quantidade total de sono que osvoluntários tinham e sua ingestão calórica total.
- O aumento do consumo de gordura tem um efeito adverso agudo sobre o estado de alerta de adultos saudáveis​​, não obesos - disse líder da pesquisa, Alexandros Vgontzas, professor de psiquiatria da Escola de Medicina de Penn State, na Pensilvânia.
O resumo pesquisa foi publicado em um suplemento on-line da revista “Sleep”. O grupo de estudo foi composto por 31 voluntários saudáveis, não obesos e sem apneia do sono, na faixa etária entre 18 e 65 anos, que passou quatro noites consecutivas em um laboratório de sono. No quarto dia, sonolência foi medida por meio de uma avaliação chamada de “teste de latência múltipla do sono”. Cada voluntário recebeu cinco refeições diárias de tipos variados.
- A sonolência diurna excessiva e fadiga são muito prevalentes no mundo moderno e em ascensão - disse Vgontzas. - Parece que umadieta rica em gordura diminui agudamente o nível de alerta, e isso pode ter um impacto sobre a capacidade de um indivíduo em realizar tarefas.

sábado, 9 de março de 2013

Os prejuízos de dormir pouco


Os prejuízos de dormir pouco

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Diminui a capacidade de o corpo queimar calorias

De acordo com uma pesquisa apresentada no encontro anual da Sociedade para Estudo de Comportamento Digestivo (SSIB, sigla em inglês), em julho de 2012, na Suíça, a restrição do sono faz com que um indivíduo consuma mais calorias e, além disso, reduz a capacidade do corpo de queimá-las. Isso ocorre porque dormir pouco aumenta os níveis de grelina, o ‘hormônio da fome’, conhecido assim por induzir a vontade de comer, na corrente sanguínea. Além disso, o hábito promove um maior cansaço, reduzindo a prática de atividades físicas e aumentando o tempo de sedentarismo.

Eleva o risco de câncer de mama agressivo

Um estudo publicado em agosto de 2012 no periódico Breast Cancer Research and Treatment sugeriu que dormir menos do que seis horas por dia eleva o risco de mulheres na pós-menopausa terem um tipo agressivo de câncer de mama e uma maior probabilidade de recorrência da doença.

Aumenta as chances de um derrame cerebral

Dormir menos do que seis horas por dia aumenta o risco de um acidente vacular cerebral (AVC) mesmo em pessoas com peso normal e sem histórico de doenças cardiovasculares, segundo um estudo apresentado em junho de 2012 no encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston.

Aumenta o apetite por comidas gordurosas

Dormir pouco ativa de maneira diferente os centros de recompensa do cérebro com a exposição a alimentos gordurosos em comparação com dormir adequadamente. Isso faz com que esses alimentos pareçam mais salientes e que a pessoa se sinta mais recompensada ao comer esse tipo de alimento. Essas descobertas foram apresentadas em junho deste ano no encontro anual das Sociedades de Sono Associadas (APSS, na sigla em inglês), na cidade americana de Boston. Além disso, uma pesquisapublicada em janeiro deste ano indicou que noites de sono mal dormidas ativam com mais intensidade uma área do cérebro responsável pela sensação de apetite.

Pode desencadear sintomas do TDAH

Segundo um estudo apresentado em junho de 2011 durante encontro das sociedades médicas para o sono, nos Estados Unidos, menos horas de sono podem desencadear problemas com hiperatividade e desatenção durante o começo da infância. Esses são sintomas comuns do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

Eleva o risco de impotência sexual

A 25ª Reunião Anual da FeSBE (Federação de Sociedades de Biologia Experimental), em agosto de 2010, trouxe uma pesquisa que relacionou a falta de sono e o problema sexual. De acordo com o trabalho, feito na Unifesp, além do maior risco de impotência, homens que dormem pouco têm maiores chances de desenvolver problemas cardiovasculares e de engordar.

Pode levar à obesidade

Um estudo apresentado em outrubro de 2011 no Encontro Anual do American College of Chest Physicians, mostrou que jovens que dormem menos de sete horas por dia têm índice de massa corporal (IMC) maior, e que isso pode estar relacionado diretamente com os hormônios grelina e leptina, que regulam as sensações de fome e saciedade.





sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Sono de má qualidade em idosos prejudica retenção da memória



  • Envelhecimento leva a diminuição do córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo armazenamento destas informações



Neurônios do córtex pré-frontal, que reduz de tamanho em função da idade
Foto: Latinstock
Neurônios do córtex pré-frontal, que reduz de tamanho em função da idade Latinstock
Cientistas reconheceram o que o conhecimento popular já previa, a memória diminui com a idade. Mas o motivo disto nunca ficou claro. Agora, um estudo da Universidade da Califórnia publicado na versão on-line da “Nature Neuroscience” pode dar parte desta resposta. A pesquisa sugere que mudanças estruturais no cérebro ocorrem naturalmente com o passar do tempo e interferem na qualidade do sono, o que, por sua vez, reduz a capacidade do cérebro de armazenar memórias.
Outros estudos já tinham mostrado que o córtex pré-frontal, região do cérebro atrás da testa, tende a perder volume com a idade, e parte desta região ajuda a manter a qualidade do sono, que é essencial para a consolidação da memória. Agora, o novo experimento é o primeiro a mostrar uma ligação direta entre as alterações cerebrais e os problemas de memória.
— Não temos evidências de que distúrbios do sono levem a alterações estruturais no cérebro. Alguns estudos mostram isto em pacientes com insônia crônica e apneia do sono. O que acreditamos é que fatores associados ao envelhecimento resultam nessas alterações, as quais provocam distúrbios do sono, que, consequentemente, afetam a memória — explicou por email um dos autores do estudo, Bryce Mander, do Laboratório de Sono e Neuroimagem da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos.
Terapia para melhorar sono
A descoberta sugere que uma forma de reduzir a velocidade do declínio de memória em adultos mais velhos é melhorar a qualidade do sono, especialmente durante o sono profundo, conhecido como Movimento Não Rápido dos Olhos (NREM), que representa cerca de um quarto de uma noite normal de sono.
Médicos não podem reverter estas marcas do cérebro que ocorrem em função do envelhecimento, mas cientistas estão trabalhando com estimulação elétrica como uma forma de melhorar o sono em idosos.
— Planejamos continuar investigando se intervenções no sono podem melhorar a memória de idosos. Existem formas farmacológicas, eletrofisiológicas e comportamentais para manipular o sono profundo e melhorá-lo — afirmou Mander.
O especialista citou o exemplo do estudo da Universidade de Lübeck, na Alemanha, que usou correntes elétricas para a estimulação transcraniana com o objetivo de melhorar a fisiologia do sono. Segundo Mander, a pesquisa mostrou que jovens tinham sono mais profundo e uma memória melhor. Segundo ele, ao colocar eletrodos no couro cabeludo, os cientistas podem levar uma baixa corrente a toda a área pré-frontal, essencialmente para imitar as ondas lentas do período de sono NREM.
— É possível que este mesmo método possa ser utilizado em adultos mais velhos para melhorar sua memória. Estamos entusiasmados com essa possibilidade — comentou.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

MELATON SLEEP AGE® É SOLUÇÃO DE SONO REPARADOR PARA ATLETAS E PROFISSIONAIS



melaton_sleepDando continuidade ao plano de expansão de imagem e reformulação da linha AGE® Nutrilatina, agora chegou a vez de Melaton Sleep®. O novo design agora em cores escuras e imagem de fácil identidade reforçam o posicionamento e função do produto: controle da Melatonina, substância responsável por controlar a liberação de hormônios do sono.
Melaton Sleep AGE® segue uma tendência mundial de categoria de produtos que já é sucesso de venda nos Estados Unidos e visa a propiciar maior qualidade de vida ao consumidor por meio de um sono reparador, atingindo não somente atletas e praticantes de atividades físicas, mas também executivos e profissionais que sofrem com distúrbios do sono. Com fórmula de efeito antioxidante, a composição confere efeitos benéficos na melhora do início, duração e qualidade do sono, além de forte estimulação da liberação do Hormônio de Crescimento GH.
Além da apresentação em nova caixinha com um frasco, agora o produto pode ser adquirido na versão com dois frascos de 140 ml cada, no sabor Maracujá com banana e maçã.
MELATON SLEEP AGE®
Fórmula inovadora produzida pelos laboratórios Nutrilatina, contém em sua composição ingredientes que estimulam a produção de Melatonina, que possui importante função na regulação dos ciclos do sono, potencializando a liberação de hormônios (GH e Leptina), reduzindo o nível de Cortisol e com importante função antioxidante.
Preço sugerido:
Com 1 frasco de 140ml: R$ 49,00
Com 2 frascos de 140ml: R$ 79,00

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Insônia dobra os riscos de ataque cardíaco e infarto



Problemas no sono também aumentam a pressão sanguínea. Estudo de hospital do Taiwan ouviu 43 mil pessoas


Insones têm 2,3 vezes mais chances de ter ataque cardíaco e 1,99 mais riscos de infarto
Foto: Guto Costa/03-06-1998
Insones têm 2,3 vezes mais chances de ter ataque cardíaco e 1,99 mais riscos de infartoGUTO COSTA/03-06-1998
RIO - Dificuldades para dormir podem dobrar as chances de um ataque cardíaco ou um infarto. É o que diz estudo do Hospital Geral de Veteranos de Taipei, no Taiwan. Para a pesquisa, foram analisadas 43 mil pessoas com mais de 45 anos. Delas, 10.871 tinham insônia.
O estudo durou quatro anos e corrobora com trabalhos anteriores que alertavam para o aumento da pressão sanguínea e os maiores riscos de ataques cardíacos em quem não dorme o suficiente ou acorda muito cedo. Após o período de análise, foram verificados 424 ataques cardíacos e 3.307 infartos. Os que estavam no grupo com insônia tinham 2,3 vezes mais chances de passar pelo primeiro problema e 1,99 mais riscos do segundo.
Para Chien-Yi Shu, chefe das pesquisas, os médicos já devem incluir os distúrbios de sono como um dos fatores que podem ajudam a estudar as doenças de coração, assim como o fumo e a obesidade.
— Os doutores precisam prestar mais atenção aos sintomas de insônia nos pacientes e considerar o uso de diferentes métodos para melhorar o sono, inclusive terapia médica ou psicológica. O tratamento aumenta a qualidade de vida e reduz os riscos de doenças cardiovasculares — argumenta.

sábado, 27 de outubro de 2012


Corpo também poupa energia, restaura tecidos e ganha massa muscular.
Sempre que uma pessoa acorda durante a noite, volta ao estágio inicial.

O sono tem quatro fases, e cada uma delas é responsável por uma atividade diferente – seja a liberação de hormônios, seja a consolidação da memória e do aprendizado.
Por essa razão, dormir bem e de forma contínua é importante, já que, sempre que uma pessoa acorda durante a noite, volta ao estágio inicial de sono. E isso pode interferir em alguns processos que só ocorrem na fase mais profunda: a REM.
Indivíduos que fazem muito esforço mental, como estudantes de vestibular, têm um sono REM mais forte.
Fases do sono (Foto: Arte/G1)
No início da manhã, o corpo para de liberar o hormônio do crescimento (GH) e começa a produzir o hormônio cortisol, que controla inflamações, alergias, estresse, e ajuda a manter a estabilidade emocional, segundo o especialista em medicina do sono Sérgio Tufik e o professor de medicina e biologia do sono Marco Túlio de Mello, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Outros hormônios liberados são a melatonina, a adrenalina, o TSH (que estimula a tireoide e tem um pico no início do sono) e a noradrenalina (que favorece o sono REM).Segundo Tufik, as pessoas só se lembram do sonho quando acordam sonhando – por isso,  em estudos sobre sonhos, elas são despertadas na fase REM. Um indivíduo normal sonha de quatro a cinco vezes por noite.A economista Ana Clara Finamore e o músico e publicitário Ricardo Côrte Real têm dificuldade para dormir e fizeram um teste chamado polissonografia, no Instituto do Sono. Eletrodos transmitem para um computador as informações do corpo durante o sono.
Já Ricardo acorda sempre cansado e sonolento, mas demorou a associar isso ao fato de ter um distúrbio do sono. A mulher dele é quem reclamava que ele roncava. E foi por causa do relato dela que ele se animou a procurar ajuda.Ana Clara conta que adormece com facilidade, mas custa a manter o sono.
Ele e Ana Claram também fizeram meia hora de atividade física em intensidade moderada para ver o impacto na qualidade do sono.
A queda rápida de temperatura corporal que se dá após o término da atividade também faz com que a pessoa pegue no sono mais facilmente. E uma das características da fase inicial é justamente a queda da temperatura, que provoca sonolência.Quando alguém se exercita, o cérebro libera várias substâncias que melhoram a qualidade do sono. As principais são a endorfina e a dopamina, que dão sensação de prazer, e a serotonina, responsável por diminuir a ansiedade.

Dormir pouco aumenta o apetite e a obesidade, aponta revisão de estudos



Pesquisa nos EUA analisou artigos médicos publicados entre 1996 e 2011.
Falta de sono altera níveis de hormônios que agem sobre controle de peso.

Uma grande revisão de artigos médicos publicados entre 1996 e 2011 comprova que dormir menos que o necessário mexe com hormônios que podem aumentar o apetite e favorecer a obesidade. As conclusões são de cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, que publicaram o estudo na revista "Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics".
Segundo os autores, que elaboraram tabelas comparativas sobre o funcionamento do metabolismo e o consumo energético dos pacientes, os níveis de hormônios como grelina (que controla e fome) subiram e os de leptina (que age sobre o apetite e o gasto de energia) diminuíram durante a privação de sono, o que pode agir sobre o ganho de peso.
A equipe também analisou as taxas de insulina (hormônio do pâncreas, que quebra o açúcar), glicose (açúcar) e cortisol (hormônio do estresse) das pessoas. Foi encontrada uma menor sensibilidade à insulina, o que pode elevar o risco de diabetes.
Distúrbios de sono.  (Foto: René Blankenstein/ stock.xchng)Não dormir direito à noite pode causar problemas
futuros (Foto: René Blankenstein/ stock.xchng)
Os pesquisadores, liderados pela professora de ciências da nutrição Sharon Nickols-Richardson, destacam que mudar o estilo de vida, como foco na alimentação e na atividade física, é importante para controlar a gordura corporal, mas alterações na rotina diária, como a adoção de melhores hábitos de sono, também ajudam a regular o balanço energético.
O estudo diz que novos trabalhos são necessários para determinar os efeitos da privação de sono sobre a composição corporal – quanto há de gordura e músculos em cada pessoa.
Dados americanos apontam que mais de 35% dos adultos estão obesos e 28% dormem menos de 6 horas por noite.
Sono (Foto: Arte/G1)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Qualidade do sono muda com o passar do tempo





RIO - Com a passagem do tempo, o sono sofre mudanças. Fica mais leve, o adormecer é mais demorado, ocorrem interrupções à noite e o tempo dormindo não ultrapassa as oito horas. A neurologista Andréa Bacelar, vice-presidente da seção do Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira do Sono (SBSono), afirma que pelo menos metade da população de idosos sofre, além das mudanças naturais do organismo, de dificuldades para dormir.
Isso porque, após os 65 anos, o sono deixa de ser monofásico, aquele que dura aproximadamente toda uma noite, tornando-se polifásico, ou seja, dividido em vários cochilos ao dia. Já o sono noturno fica fragmentado e mais curto. Essas alterações são naturais e não causam nenhum prejuízo à vida dos idosos, segundo a neurologista.
Apesar de os cochilos serem normais, Andrea explica que eles não devem exceder ao período de uma hora.
Segundo Ricardo Spilborghs, clínico médico e geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, é comum os familiares pedirem a recomendação médica de tranqüilizantes. Mas ele reforça que é o uso deste tipo de remédio pode agravar os distúrbios de sono na pessoa idosa.
- É preciso tratar a causa do problema, não o sintoma. A insônia pode estar relacionada à depressão, por exemplo - afirma Spilborghs.
O sono é dividido em três fases: sonolência, sono leve, o sono profundo, momento em que as onda cerebrais se reorganizam, período quando se consolida a memória e o sono REM, sigla em inglês para movimento rápido dos olhos. Nesta hora ocorre o pico da atividade cerebral. É quando ocorrem os sonhos e o relaxamento muscular atinge seu ponto máximo.
Além dos anos, outras doenças podemafetar a qualidade do sono. Entre elas a depressão, o Mal de Azheimer, o diabetes, a demência, a próstata cheia, a artrose. Há também causas secundárias, ligadas ao sono, como a apnéia, quando a pessoa deixa de respirar por alguns períodos, o distúrbio comportamental do sono REM e a síndrome das pernas inquietas.
No distúrbio do sono REM, a pessoa que deveria estar com os músculos relaxados, faz movimentos bastante agitados reagindo aos sonhos como se fossem reais.
São comuns, segundo Andrea, os relatos de pessoas que foram agredidas por seus companheiros durante a noite. No caso da síndrome das pernas inquietas, ela diz que 50% das pessoas acima de 60 anos sofrem com o distúrbio que acarreta despertares inconscientes de três a dez segundos por causa da agitação motora e dos movimentos involuntários das pernas.