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sexta-feira, 29 de março de 2013

Chip na barriga controla apetite e combate obesidade


Cientistas britânicos desenvolvem circuito que envia estímulos elétricos e químicos ao cérebro.

Da BBC Brasil
Chip do Imperial College (Foto: Divulgação)Chip do Imperial College (Foto: Divulgação)
Cientistas britânicos apresentaram em Londres um microchip 'inteligente' desenvolvido para ser implantado no corpo humano com o objetivo de controlar o apetite e combater a obesidade.
Após testes satisfatórios nos laboratórios do Imperial College, os professores Chris Toumazou e Stephen Bloom anunciaram que os testes em animais estão prestes a começar. Testes em humanos são esperados em três anos.
O chip foi desenhado para ser implantado junto ao nervo vago (pneumogástrico), que regula o apetite e outras funções do organismos.
O circuito consiste em um 'modulador inteligente' de poucos milímetros, implantado na cavidade peritoneal do abdome (na barriga). Ele será preso ao nervo vago por meio de eletrodos.
O chip e os eletrodos foram desenvolvidos para ler e processar estímulos elétricos e químicos do nervo que regulam o apetite.
Com base nos dados coletados, o chip poderá enviar estímulos elétricos ao cérebro, reduzindo o apetite.
'Será um controle do apetite, mais do que dizer: 'pare de comer de uma vez'. Então, talvez em ver de comer rápido, você coma mais devagar', explicou o professor Toumazou, em entrevista à BBC.
'Uma vez que o cérebro fica em alerta, ele receberá sinais similares àqueles recebidos do organismo após uma refeição, e esses sinais dizem para não comer mais, que os intestinos estão cheio de comida', explicou.
Segundo o professor Toumazou, o chip pode se tornar uma alternativa à cirurgia de redução do estômago, já que a nova técnica poderá controlar o apetite.
O fato de também identificar impulsos químicos deve tornar o chip mais efetivo, indicam os cientistas.
O projeto recebeu 7 milhões de euros do Conselho de Pesquisa Europeu.
Nervo vago
O nervo vago regula uma série de funções no organismo, como controlar a respiração, o ritmo cardíaco, a secreção de ácidos no sistema digestivo e a contração do intestino.
O nervo também indica ao cérebro como outros sistemas do organismo estão operando.
A equipe do Imperial College de Londres, no entanto, não é a única a pesquisar o tema.
A empresa de tecnologia médica EnteroMédics, dos Estados Unidos, criou um circuito que bloqueia o nervo para interromper estímulos de apetite.
Resultados dos primeiros testes do chip americano, que envolveram 239 pacientes, mostraram perda de até 20% do excesso de peso no corpo. A empresa, no entanto, disse que os resultados não foram tão bons quanto os esperados.
Outra empresa americana, a IntraPace, também desenvolveu técnica similar.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Veja 5 formas de acabar com a vontade de comer doce


O desejo pelo doce é sinal de baixo nível de açúcar no organismo Foto: Getty Images
O desejo pelo doce é sinal de baixo nível de açúcar no organismo
Foto: Getty Images

Ao longo do dia surge aquela vontade de comer um chocolate ou outras guloseimas para adoçar a boca. O desejo por algo doce é sinal de que os níveis de açúcar do corpo estão desequilibrados. Quando a quantidade está abaixo do ideal, o corpo anseia por alimentos ricos em carboidratos açucarados para regular os níveis. As informações são do site Body and Soul.
Estabilizar a quantidade de açúcar no corpo é essencial para uma boa saúde, manter o peso sob controle, reduzir o risco de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Veja a seguir cinco maneiras de evitar a ânsia por chocolate e doces no dia-a-dia.
1 - Coma com frequência
Fazer refeições menores e mais regularmente ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue e reduz o desejo por doces. O café da manhã é uma das refeições mais importantes do dia, pois é a primeira após o longo jejum durante o sono. Deixar de tomar café da manhã provoca a queda nos níveis de açúcar, falta de energia e desejo por doces logo pela manhã.
2 - Proteína 
Comer alimentos ricos em proteínas nas refeições e lanches ajuda a conter a vontade por doces. A proteína ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue. Nozes, sementes, legumes, ovos, peixes, carnes magras, iogurte e queijo com baixo teor de gordura e produtos de soja são opções de alimentos ricos em proteína e saudáveis.
3 - Cromo
O mineral Cromo estabiliza os níveis de açúcar no sangue e pode ajudar a controlar a ânsia pelas guloseimas doces. Os alimentos ricos em Cromo são: brócolis, cereais integrais, nozes, cogumelo, soja, tomate, cebola, trigo, pão de centeio, ervilha e batata.
4 - Alimentos ricos em fibra
Escolha alimentos ricos em fibras, pois eles têm um efeito estabilizador dos níveis de açúcar no sangue. A fibra reduz a velocidade de absorção de glicose dos alimentos. Os alimentos ricos em fibras são: cereais integrais, pães granulados, massas integrais, legumes e frutas.
5 - Siga uma dieta de baixo índice glicêmico 
A maioria dos alimentos processados, que são ricos em açúcar e pobres em fibras, tem um índice glicêmico elevado. Alimentos com alto IG disparam os níveis de açúcar no sangue rapidamente e provocam a liberação de altos níveis de insulina na corrente sanguínea. Estudos descobriram que uma dieta rica em alimentos de alto IG está associada ao ganho de peso, obesidade e desenvolvimento de diabetes tipo 2. Alimentos como nozes, sementes, legumes, frutas e vegetais colaboram para uma dieta de baixo IG.

Conheça 25 alimentos que suprem o apetite naturalmente


Pimenta Cayenne e outros alimentos ajudam a satisfazer naturalmente Foto: Getty Images
Pimenta Cayenne e outros alimentos ajudam a satisfazer naturalmente
Foto: Getty Images

Aliados da dieta, alguns alimentos têm a capacidade de suprimir o apetite, evitando ataques à geladeira, crises de gula e consequentes culpas e quilinhos a mais.
A revista norte-americana Shape conversou com especialistas e elencou 25 alimentos que suprem a fome naturalmente. Confira.
Molho de pimenta: quanto mais quente, melhor. Aproveite os molhos apimentados em todos os alimentos que for consumir, já que a picância evita que coma mais do que necessário e ainda ajuda a dar a sensação de saciedade prolongada.
Linhaça: com uma mistura nutricional de fibras solúveis e ácidos graxos essenciais, esta semente é perfeita para adicionar ao iogurte, vitamina ou salada. Por ser integral, ajuda a manter a energia e também a satisfação.
Salada: começar a refeição com uma salada, ajuda a sinalizar para o cérebro que você está ingerindo calorias e nutrientes. O cérebro leva cerca de 20 minutos para receber sinais do estômago dizendo que está cheio, fazendo com que a salada seja perfeita para cortar o sinal de fome com muitas fibras e poucas calorias.
Whey Protein: proteínas naturalmente supreme o apetite, mas a proteína de soro de leite, conhecida mais popularmente como whey protein é ótima para tal finalidade. Pesquisas recentes mostraram que pessoas que consomem a proteína em alimentos líquidos tendem a ingerir menos calorias na próxima refeição.
Amêndoas: um punhado de amêndoas fornece antioxidantes, vitamina E e magnésio. Elas também aumentam a sensação de saciedade e ajudam a manter o peso, segundo estudo de 2006 do Encontro Anual da Sociedade de Obesidade.
Café: quando ingerido moderadamente, ajuda a acelerar o metabolismo e disfarçar a fome. Isso acontece porque a cafeína e os antioxidantes presentes no café fazem bem ao organismo quando ingerido puro. Dispense o chantilly e o leite.
Gengibre: as raízes de gengibre são usadas há séculos como um excelente digestivo. Quando adicionada nos alimentos e vitaminas, serve de estimulante e energizante, melhorando a digestão e reduzindo a fome.
Abacate: rica em fibras e gorduras monossaturadas, esta fruta reduz o apetite quando ingerida moderadamente, pois sua gordura manda mensagens de saciedade ao cérebro.
Pimenta Cayenne: segundo estudo do jornal Physiology & Behavior, meia colher de chá de pimenta cayenne acelera o metabolismo, levando à queima de dez calorias a mais do que o normal, além de evitar a ingestão de até 60 calorias na refeição seguinte naqueles que consomem o tempero regularmente, levando à perda de até 4 kg por mês em quem ingere a pimenta em duas refeições diárias.
Maçãs: são capazes de suprimir a fome por diversos motivos, como serem ricas em fibras e pectina, por regular a glucose e aumentar os níveis de energia e por precisarem de muita mastigação, o que faz com que o cérebro perceba mais rapidamente que está sendo alimentado e não precisa mais sentir fome.
Ovos: estudos dizem que pessoas que comem ovos no café da manhã se sentem mais satisfeitos por até 24 horas em comparação a quem come um pãozinho, além de tender a ingerir até 330 menos calorias ao longo do dia.
Água: uma pesquisa de agosto de 2010 descobriu que pessoas que bebem dois copos de água antes das refeições comem de 75 a 90 caloiras a menos por refeição.
Batata-doce: por conter substâncias resistentes às enzimas digestivas, a batata-doce permanece mais tempo no estômago, dando mais sensação de saciedade. Além disso, é rica em vitaminas A e C.
Ameixas umeboxi: azedinhas, estas ameixas são ricas em água e fibras e ajudam a detonar aquela vontade de comer doces. Podem ser encontradas em casas de produtos asiáticos.
Sopa de legumes: traz saciedade com uma quantidade mínima de calorias, além de hidratar. Experimente começar a refeição com um pouco de sopa e veja como sentirá menos vontade de atacar os demais pratos.
Chocolate meio amargo: o amargor do chocolate envia sinais ao corpo que reduzem a vontade de comer doces. Também é rico em flavonoides e antioxidantes.
Tofu: o queijo de soja é uma excelente fonte de proteínas e isoflavonas que reduzem o apetite e a ingestão de alimentos.
Raiz forte: a picância da raiz forte ajuda a suprimir o apetite e também é um anti-inflamatório natural.
Chá verde: ajuda a inibir o movimento da glucose para dentro das células de gordura, prevenindo os picos de insulina e o estoque de gorduras, reduzindo o apetite. Também estimula a função intestinal e é rico em antioxidantes.
Aveia: mesmo sendo rica em carboidratos, a aveia demora para ser digerida, levando à sensação de saciedade contínua. Ela também supre o hormônio grelina, responsável pela fome, e é um alimento de baixo índice glicêmico.
Sucos de vegetais: antes de torcer o nariz, saiba que a combinação de vegetais e frutas ajudam a dar saciedade e aqueles que consomem estas bebidas antes da refeição ingerem até 135 menos calorias.
Verduras folhosas verde escuras: altamente nutritivas, são ricas em fibras e ajudam a manter a fome bem longe por horas.
Salmão: rico em ácidos graxos tipo ômega 3, este peixe aumenta a quantidade do hormônio leptina no corpo, que é um supressor de apetite.
Canela: salpique a especiaria sobre alimentos e bebidas para ajudar a diminuir os níveis de açúcar no sangue, controlando o apetite, e aumentar a velocidade do metabolismo.
Leite desnatado: ajuda a diminuir a vontade de comer doces durante a TPM. Estudos indicam que mulheres que bebem até um copo de leite desnatado todos os dias até duas semanas antes da menstruação reduzem significativamente a vontade de comer doces e carboidratos.

domingo, 25 de novembro de 2012

Fome versus vontade de comer



A obesidade, doença que já atinge quase metade da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde, tem diversas causas, e a cada vez mais complicada relação entre a fome verdadeira e a simples vontade de comer é um desses fatores.
Isso porque hoje, devido à crescente incidência de males como ansiedade, estresse e depressão, muitos estão descontando todas as frustrações e problemas diários na comida e, consequentemente, ingerindo uma quantidade de alimentos bem maior do que organismo precisa para viver.
Segundo a nutricionista Priscila Rosa, da Equilibrium Consultoria, isso acontece porque o desequilíbrio emocional pode gerar uma queda no nível de serotonina no organismo. Esse neurotransmissor, responsável pela sensação de bem-estar, é produzido pelo corpo quando açúcares são ingeridos.
  • Thinkstock
    Uma vida regrada ajuda a identificar com mais clareza os sinais do corpo quando se está com fome
Nestes casos, a pessoa come simplesmente para tentar preencher o vazio emocional e se sentir melhor. “O indivíduo busca no alimento, principalmente os gordurosos, como fast foods, chocolates, sorvetes e doces, a sensação de bem-estar que está faltando”, explica a nutricionista Jocelem Salgado. E as mulheres saem em desvantagem neste quesito.
Já a fome verdadeira é bem diferente e resulta da necessidade fisiológica do organismo de obter nutrientes. “Quando a nossa taxa de açúcar no sangue fica baixa, no período entre as refeições, o cérebro entende que o combustível para manutenção das funções vitais está acabando e então envia sinais ao corpo. É quando sentimos o estômago ‘reclamando’”, diz Rosa.
E ela tem “sintomas” físicos bem definidos. “Sentimos o estômago roncar, e se não nos alimentarmos logo, pode ocorrer cefaleia, aquela dor de cabeça que só vai passar depois que for feita a refeição”, continua a nutricionista.

VEJA SETE DICAS PARA MANTER O FOCO NA HORA DE COMER

  • Antes de começar qualquer dieta, tenha uma meta clara e definida em relação ao processo de emagrecimento e resultados esperados para se manter envolvido no processo. Se pergunte o que vale mais: a satisfação de comer uma batata frita no curto prazo ou o ter corpo mais esbelto e sadio num futuro próximo?
  • Comunique as pessoas de seu convívio sobre sua decisão de emagrecer e explique o método que escolheu. Isso ajudará você a receber apoio e suporte externo, caso passe por momentos de instabilidade durante o processo
  • Antes de iniciar qualquer refeição, se desligue dos problemas e não leve sentimentos de raiva, tristeza e outras emoções negativas para a mesa. Não contamine o seu momento de equilíbrio e de saúde. Faça um exercício de respiração e mentalize sua meta
  • Mantenha-se focado durante a alimentação, prestando atenção na montagem e organização do prato, nas cores e no cheiro da comida, assim como na mastigação e nos sabores. Aproveite cada instante para saciar todos os sentidos
  • Durante a mastigação, observe os seus pensamentos mais comuns. Esse é um excelente momento para verificar se está substituindo suas carências afetivas pela comida
  • Ao final de cada dia, faça uma breve revisão do que foi sentido e procure se recordar das emoções mais presentes, analisando o que de fato interessa guardar e "carregar" para o dia seguinte. Sobrecarregar-se sem necessidade pode gerar muita ansiedade e desconforto. A higiene mental diária pode ser a chave para manter o controle das emoções
  • Parabenize-se pelas vitórias do dia, por cada hábito positivo que conseguiu implantar e por mais um degrau avançado rumo a meta
  • Fonte: Sandra Hamzeh, psicóloga
Alimento e afeto
Do ponto de vista psicológico, a ligação entre emoções e comida começa quando ainda se é bebê, muito antes de qualquer desequilíbrio químico no organismo. “A relação afetiva com o alimento começa já no nascimento, quando precisamos mamar para sobreviver física e emocionalmente”, conta a psicóloga Sandra Hamzeh.
O ato de mamar passa, então, a ser associado pelo bebê à sensação de afeto e proteção. “Levamos essa condição e conceitos formados desde então para nossa vida adulta, quando ‘confundimos’ e ‘camuflamos’ nossas necessidades por meio do alimento”, continua ela.
Além dessa ligação, há também as lembranças que alguns alimentos despertam. Pode ser aquele bolinho de chuva da infância ou o peru de todos os Natais, quando os avós ainda estavam vivos. “É quando sentimos vontade de determinado prato por nos lembrarmos de alguma pessoa ou situação que nosso cérebro registrou como sendo um momento importante ou prazeroso”, diz Rosa.
Estímulos externos também podem despertar a vontade de comer, sem necessariamente que estejamos com fome. É o caso daquele cheiro de comida caseira no corredor do prédio ou da pizza quentinha do delivery ao lado de casa. “Quando o odor de alguma preparação vem pelo ar, podemos sentir vontade de comer aquele alimento”, diz Rosa.
Culpa
A vontade de comer que ultrapassa o limite aceitável e leva à obesidade é uma armadilha da qual é difícil sair. Ela gera um círculo vicioso de culpa e baixa autoestima que pode fazer a pessoa se afundar cada vez mais no mar de alimentos.
“As emoções mal direcionadas levam o indivíduo a comer demais e à obesidade. Isso gera frustração, complexos, carência, solidão, isolamento intencional, enfim, ele se sente culpado por comer demais e come ainda mais para superar a culpa. Cria-se assim um circulo vicioso onde a principal vitima é ele próprio”, avalia Rapenas.
Isso tudo sem contar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, pressão alta e colesterol que a obesidade acarreta.
Para quebrar o círculo vicioso da comida, o tratamento ideal envolve uma equipe multidisciplinar que inclui médico, nutricionista e terapeuta. “Um time de especialistas que acompanhe a dieta, os horários e ajude a observar os gatilhos emocionais que geram o comer abusivo”, diz Repanas. Tudo isso, claro, sem dispensar a atividade física.
Para a psicóloga, fazer uma revisão diária do que e de quando se comeu permite reavaliar com mais clareza se aquela vontade repentina pode ser o anúncio de fome ou não. “A partir dessa autoavaliação faço a escolha de comer e do que comer de acordo com minhas metas e dieta, deixando assim de ser somente um impulso automático, um comportamento irracional e vicioso”, avalia.
As mulheres devem prestar especial atenção aos sinais de seus corpos. “Elas são mais ‘emocionais’ que os homens, então é mais comum que descontem suas angústias e alegrias na comida. Além disso, na fase de TPM, pela mudança hormonal, pode aumentar o desejo por doces e chocolates”, pontua Rosa.
Vida regrada
Uma alimentação balanceada ajuda muito na tarefa de identificar a fome quando ela vem. O ideal é comer de forma fracionada ao longo do dia, a cada três horas. A constância nos horários das refeições também ajuda o organismo a se “autorregular” e a comunicar quando a fome chega e qual o ponto em que o corpo está saciado.
Jocelem Salgado dá ainda uma dica para quem está na luta para combater o desejo por comida: “A vontade de comer pode ser aliviada por meio do consumo de alimentos ricos em fibras, como aveia, mamão, soja e cereais integrais (arroz, granolas e castanhas). Uma das propriedades das fibras é a sensação de saciedade, a qual reduz o apetite”.
Em todos os casos, é sempre importante procurar um médico, para que ele oriente qual o melhor tratamento em cada caso e descarte outros fatores que podem levar à vontade de comer algo, como deficiência nutricional, problemas metabólicos ou hormonais.