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segunda-feira, 4 de março de 2013

Agências da ONU saúdam cura funcional de criança com HIV



DE SÃO PAULO

A Unaids, o programa conjunto das Nações Unidas sobre AIDS/HIV, e a Unicef saudaram, num comunicado à imprensa, o anúncio de que cientistas conseguiram a cura funcional de uma criança com HIV nos Estados Unidos
A criança, uma menina que nasceu em uma zona rural do Mississippi, nos EUA, foi tratada com remédios antirretrovirais 30 horas após seu nascimento, um procedimento que não é o normalmente adotado nesses casos.
A menina, agora com dois anos e meio, está há um ano sem tomar medicamentos e não apresenta sinais do vírus.
Se os achados se confirmarem esse poderá ser o primeiro caso documentado de um bebê HIV positivo que apresentou níveis não identificados do vírus após um exame, diz o comunicado.
"Essa notícia nos dá muita esperança de que uma cura para o HIV em crianças é possível e pode ser um passo a mais rumo a uma geração livre da Aids", disse o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé. "Isso também ressalta a necessidade de pesquisa e inovação, especialmente na área do diagnóstico precoce."
Entretanto, a Unaids é cautelosa, indicando que mais estudos precisam ser conduzidos para compreender as descobertas e se elas teriam o mesmo efeito em outras crianças.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Dobram os casos de Aids na terceira idade em 10 anos



Avôs e avós fazem sexo, sim. E, sem proteção, também pegam Aids. De 1998 a 2008, os casos da doença entre pessoas acima de 60 anos no Brasil mais que dobraram, segundo dados de 2010 do Ministério da Saúde.
A via predominante de transmissão é por relação sexual heterossexual, em ambos os sexos.
Embora o número absoluto de casos ainda seja pequeno em comparação com outras faixas etárias, o ritmo de crescimento da doença entre os idosos é preocupante, afirma Eduardo Barbosa, diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
Sem o hábito –e, muitas vezes, sem o conhecimento– de usar preservativos, esse grupo se expõe mais ao risco de contrair o vírus HIV, de acordo com Barbosa. “É difícil de mudar a mentalidade dessa população. Eles ainda encaram o sexo com camisinha como chupar bala com papel.”
Além disso, para as mulheres o preservativo sempre esteve associado a um método contraceptivo. Como não estão mais em idade reprodutiva, não veem por que usá-lo.
VIDA SEXUAL ATIVA
O preconceito a respeito da vida sexual dessa população também dificulta a proteção. “Ninguém de nós vê nossos nossos avós como sexualmente ativos, e isso dificulta o diagnóstico e o acesso à prevenção”, diz Barbosa.
Os idosos têm ainda a ideia de que a Aids é uma doença de jovens e que estão à margem do risco, segundo o infectologista do hospital Emílio Ribas Jean Gorinchteyn, autor do livro “Sexo e Aids depois dos 50″.


Read more: http://coisadevelho.com.br/?p=2372#ixzz2HEVEEEUn

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Aumentam no Brasil os novos casos de Aids em maiores de 50 anos


No Dia Mundial de Combate à doença, situação entre os mais velhos preocupa. Para especialista, preservativos são importantes em qualquer idade.


O número de novos casos entre maiores de 50 cresceu de 5803 para 6032 no mesmo período
Foto: AFP
O número de novos casos entre maiores de 50 cresceu de 5803 para 6032 no mesmo períodoAFP
RIO - O Boletim Epidemiológico Aids, divulgado na última semana pelo Ministério da Saúde, mostrou a queda de crianças infectadas entre 2009 e 2011. Passou de 541 há dois anos para 469. Um detalhe, porém, chamou a atenção no outro extremo da pesquisa por idade. O número de novos casos entre maiores de 50 cresceu de 5803 para 6032 no mesmo período.
Quanto a infectados por 100 mil habitantes, diminuiu na faixa entre 50 e 54 anos (27,7 para 26,4) e na com mais de 60 anos (8,1 para 7,8), mas cresceu entre 55 e 59 anos (19,9 para 20,5). Os números, divulgados dias antes o Dia Mundial de Combate à Aids, realizado neste sábado, mostram que o poder público ainda tem muito a se preocupar com a doença.
Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e chefe do setor de geriatria do Hospital Balbino, Lenita Balbino alerta para o fato de que, mesmo depois dos 50 anos, é preciso fazer uso de preservativos.
— Muitos nessa idade ainda pensam no preservativo como forma de evitar apenas a gravidez, porém devem lembrar que o preservativo também evita as doenças sexualmente transmissíveis e o vírus HIV.