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sábado, 1 de dezembro de 2012

Baixo nível de hormônio IGF-1 está ligado ao aparecimento de Alzheimer em homens



Hormônio agiria prevenindo os processos que desencadeiam o Alzheimer

Memória: Homens com baixos níveis de determinado hormônio correm maior risco de serem diagnosticados com algum problema cognitivo, inclusive com Alzheimer
Memória: Homens com baixos níveis do hormônio IGF-1 correm maior risco de serem diagnosticados com algum problema cognitivo, inclusive com Alzheimer (Thinkstock)
Uma pesquisa feita no Hospital Broca, em Paris, na França, concluiu que baixos níveis de um fator de crescimento conhecido como IGF-1 (sigla em inglês para insulin-like growth fator), hormônio associado à longevidade, estão relacionados ao aparecimento de Alzheimer entre homens — mas não entre mulheres. O estudo, aceito para publicação no periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, mostra que esse hormônio pode ser útil nas abordagens de novos tratamentos contra a demência.

Saiba mais

COGNIÇÃO
Conjunto de processos mentais usados no pensamento, na percepção, na classificação, no reconhecimento, na memória, no juízo, na imaginação e na linguagem. O comprometimento cognitivo é uma das características mais importantes da demência, como na doença de Alzheimer
COMPROMETIMENTO COGNITIVO LEVE
É o período de transição entre quadro de envelhecimento normal e diagnóstico de demência, que é a diminuição da função mental e comprometimento da memória, do pensamento, da capacidade para aprender e do juízo
O IGF-1 já foi apontado por outros estudos como benéfico para a cognição — além de contribuir para outros fatores, como promover uma melhora da saúde muscular e dos ossos. Segundo pesquisas anteriores, esse hormônio se opõe aos principais processos que ocorrem no organismo responsáveis por desencadear o Alzheimer.
A pesquisa atual mediu os níveis de IGF-1 em 694 idosos com uma idade média de 78 anos. Dos participantes, 481 tinham queixas de problemas de memória e foram diagnosticados com Alzheimer oucomprometimento cognitivo leve. Segundo os resultados, os homens que receberam algum desses diagnósticos apresentavam menores níveis de IGF-1 do que os outros participantes do sexo masculino. No entanto, não houve diferença significativa nos níveis do hormônio entre mulheres com e sem problemas de cognição.
"Como ainda não existe um tratamento que cure a doença de Alzheimer, focar nos fatores modificáveis para desenvolver novas terapias é essencial. Nossa pesquisa mostra uma possível utilidade do IGF-1 no tratamento do problema, particularmente em fases iniciais", diz Emmanuelle Dron, que coordenou o estudo.

sábado, 13 de outubro de 2012

Como explorar o GH, a ‘fonte da juventude’



GH é a sigla que denomina o hormônio do crescimento (do inglês Growth Hormone).  Ele exerce papel fundamental na síntese de proteínas, o que é importantíssimo para o nosso organismo. Em outras palavras, é absolutamente indispensável para a recuperação dos treinos, o aumento de massa muscular e para retardar o processo de envelhecimento.
Na infância, o GH é liberado em grandes quantidades. À medida que ficamos mais velhos, porém, sua produção diminui. O resultado disso nós já sabemos: perda de massa muscular e aumento da porcentagem de gordura corporal.
Estudos têm demonstrando, porém, que alguns métodos de treinamento aumentam a produção de GH1,2. Um deles é o treinamento de força. “Puxar ferro” provoca a liberação desse hormônio em grande quantidade, o que explica o crescimento dos músculos. Só que não é necessário ficar “marombado” para liberar GH, como demonstra a pesquisaabaixo:
- 10 homens fisicamente ativos (média de 26 anos) foram submetidos a sessões de 30 minutos de corrida em uma esteira em diferentes intensidades: muito leve, leve, moderadamente desconfortável e a última na maior velocidade que poderia ser mantida durante os 30 minutos.
- A dosagem de GH foi medida por coletas de sangue feitas antes, imediatamente após e outras diversas até quatros horas após o término da sessão de exercício. No quadro abaixo, você pode visualizar a quantidade de GH liberada para cada intensidade. A concentração do GH que aparece é medida em microgramas por litro de sangue (ug/L).
Como podemos observar, quanto maior a intensidade, mais GH é liberado na corrente sanguínea. No entanto, mesmo em intensidades mais leves, há benefícios.
Em se tratando da liberação do “hormônio da juventude”, não podemos aplicar a regra do quanto mais, melhor. Após cerca de 40 minutos de atividade o corpo começa a produzir outro hormônio, o cortisol, que tem efeito contrário: provoca acúmulo de gordura, debilita o sistema imunológico e causa perda de massa muscular.
O ideal em termos hormonais, portanto, seria não ir muito além dos 40 minutos de treino. Sim, é por isso que quem treina demais se machuca mais, fica doente, etc.
Até para exercitar-se, é preciso moderação!